terça-feira, 4 de setembro de 2012

Há Diferentes Graus de Castigo e de Recompensa?

Há Diferentes Graus de Castigo e de Recompensa?


Graus de Castigo

“Virá o Senhor daquele servo no dia em que o não espera e numa hora que ele não sabe, e SEPARÁ-LO-Á, e lhe dará a sua parte COM OS INFIÉIS”(Lc 12.46).

“E o servo que soube da vontade do seu senhor e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com MUITOS AÇOITES” (Lc 12.47).
“Mas o que a não soube e fez coisas dignas de açoites com POUCOS AÇOITES será castigado...” (Lc 12.48).

“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que devorais as casas das viúvas, sob pretexto de prolongadas orações. Por isso, SOFREREIS MAIS RIGOROSO JUÍZO” (Mt 23.14).
“De quanto MAOIOR CASTIGO cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue da aliança com o qual foi santificado, e ultrajar o Espírito da graça?” (Hb 10.29).

       NOTA de rodapé na Bíblia de Estudo Pentecostal (Lc 12.48): “Assim como haverá diferentes graus de glória no novo céu e na nova terra (1 Co 15.41,42), também haverá diferentes graus de sofrimento no inferno. Aqueles que estão eternamente perdidos sofrerão diferentes graus de castigo, conforme os privilégios e responsabilidades que aqui tiveram (cf. Mt 23.14; Hb 10.29)”.

Graus de Recompensa ou de Glória

       Os crentes fiéis receberão galardões: Mt 5.11,12; 25.14-23; Lc 19.12-19; 22.28-30; 1 Co 3.12-14; 9.25-27;2 Co 5.10; Ef 6.8; Hb 6.10; Ap 2.7,11,17,26-28; 3.4,5;12,21.

       Os crentes menos fiéis não serão condenados, mas receberão poucos galardões, ou nenhum (Ec 12.14; Mt 5.19; 2 Co 5.10; V. Rm 2.12-16).


 

O Marido é o Líder na Família?


O Mar

do é o Líder na Família?

  • O marido é o líder da família ainda que, por circunstâncias diversas, não seja ele o detentor dos recursos financeiros. Em outras palavras, ainda que a mulher seja a responsável pelas despesas, em razão de suas atividades fora do lar, o marido continua como o líder do casal. Esta liderança não será imposta, mas adquirida. Não por força nem por violência. A liderança não muda de um para outro em função da capacidade financeira dos cônjuges.
 
       Está escrito na Bíblia que a mulher deve ser submissa ao marido. É uma submissão em amor e não em escravidão. Quando esse preceito divino é quebrado, a família entra em crise.
 
"Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor. Porque o marido é a cabeça da mulher..." (Ef 5.22,23).

  • A formação moral dos filhos é de responsabilidade da família.
       Não é da Igreja, nem da Escola. O caráter dos homens é formado no seio familiar:
 
"Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele" (Pv 22.6).

       Na Escola, nossos filhos recebem lições de Matemática, Geometria, Geografia, História e de outras disciplinas. Na família, eles aprendem a amar o próximo; a amar a Deus sobre todas as coisas; a serem obedientes aos seus superiores. Os pais devem preparar seus filhos para o enfrentamento da batalha da vida, com suas armadilhas e mil adversidades. O exemplo de vida em sintonia com os padrões éticos e morais é o melhor tesouro que os pais deixam para os filhos. A maior e melhor herança.


 

PIADAS EVANGÉLICAS DEVEMOS EVITÁ-LAS?

Piadas Evangélicas. Devemos Evitá-las?


      Um dos argumentos dos que julgam não existir qualquer problema em se contar/ouvir piadas é o de que o riso é bom para a saúde, e elas nos proporcionam alegria. Há uma grande diferença entre riso e alegria. O riso poderá se transformar até numa gargalhada quando a piada é forte e bem bolada, mas o coração poderá continuar triste. Nem sempre os palhaços são pessoas felizes e alegres, apesar dos risos que provocam. A alegria está no coração, e devemos buscá-la no Senhor:
 
"Não tenho maior alegria do que esta: a de ouvir que os meus filhos andam na verdade" (3 Jo 4).
 
"O reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo"(Rm 14.17).
 
       Alegria maior é servir ao Senhor e andar segundo os seus estatutos (Sl 37.4). Maria declarou que a sua alma engrandecia ao Senhor, e seu espírito se alegrava em Deus seu Salvador (Lc 1.46-47).
       A prática de piadas é incompatível com uma vida cristã e santa. A verdade é que as piadas não convêm aos santos. Às vezes surgem piadas envolvendo irmãos de outras denominações, envolvendo pastores e a Palavra Sagrada. Contudo, Deus recomenda santidade: "Sede santos, porque eu sou santo" ( 1 Pe 1.16). Paulo disse:
 
"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm.. eu não me deixarei dominar por nenhuma delas" (1 Co 6.12).
 
       As piadas estão mais ligadas às obras da carne do que às do espírito recriado (Gl 5.19). Eis a questão: dominar/refrear a natureza pecaminosa.
        Não raro as piadas envolvem mexericos, zombaria, malícia, escárnio, desprezo pelo ser humano, e muita imoralidade quando resvalam para o plano sexual. Não são recomendáveis para quem busca a santificação. Poderíamos imaginar Jesus chamando os apóstolos para uma seção de risos e piadas, para descontrair, após um dia de trabalho? Claro que não. Poderíamos imaginar uma sessão de piadas evangélicas após um culto de louvor e adoração a Deus? Não duvido de que isto esteja ocorrendo alhures! Ora, no que pudermos, devemos ser imitadores de Cristo:
 
"Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo" (1 Co 11.1).

       A maioria das piadas é mentira, estórias inventadas. Quando surgem de um fato verídico, servem para ridicularizar as pessoas envolvidas. Ora, Deus não aprova a mentira:
 
“Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo... e não deis lugar ao diabo. Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, conforme a necessidade, para que beneficie aos que a ouvem” (Ef 4.25,27,29).
 
          As piadas nada acrescentam de bom à nossa vida espiritual.
       E as piadas na televisão? Para quem gosta, os programas televisivos estão aí com muitas piadas para o deleite de muitos. É só ligar-se na telinha, aos domingos, dar gostosas gargalhadas, e descontrair-se. A carne agradece. Todavia, tal prática é contra a Palavra de Deus:
 
“Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite” (Sl 1.1-2).
 
       Ligar o televisor com esse fim é o mesmo que juntar-se com os escarnecedores, trazê-los para nossa casa, aplaudi-los e concordar com suas zombarias e obscenidades. Não devemos colocar coisas impuras diante de nossos olhos (Sl 101.3)
       Alguns diriam: "Mas assim é difícil ser cristão"! Quem falou que é fácil? Vejam que Jesus falou em carregar cada um a sua cruz e seguir um caminho estreito, que leva a uma porta estreita; ensinou-nos a amar nossos inimigos e por eles orar. E disse que seríamos perseguidos e odiados por causa do Seu nome. É fácil?

SENSUALIDADE É PECADO?

Sensualidade é Pecado?


       Em primeiro lugar, interessa-nos saber o que é sensualidade. O Dicionário Aurélio diz : Sensualidade é amor aos prazeres materiais. O dicionário da Bíblia Online diz: Sensualidade é lascívia (conduta vergonhosa, como imoralidade, imoralidade sexual, libertinagem, luxúria). Gálatas 5.19 inclui a sensualidade como obra da carne:
 
“prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, pelejas, dissensões, facções, invejas, bebedices, orgias, e coisas semelhantes a estas, as cercas das quais vos declaro, como já antes vos preveni, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus”.  Gálatas 5.19
 
     Ver Marcos 7.22; Romanos 1.27 (homossexualismo). Tudo isso e mais alguma coisa é SENSUALIDADE. Não se deve relacionar sensualidade apenas com sexo, que, se praticado licitamente, ou seja, entre casados, não é pecado. Sexo realizado fora do leito conjugal é adultério (Hebreus 13.4).

Segunda vinda de Jesus Cristo

Sinais Gerais da Segunda Vinda de Cristo


Em primeiro lugar, os sinais que mostram a graça (Mt 24.14 E este Evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim.)

A tribulação (Mt 24.9,10, 21,22 Então, vos hão de entregar para serdes atormentados e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as gentes por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se aborrecerão. porque haverá, então, grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco haverá jamais. E, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria; mas, por causa dos escolhidos, serão abreviados aqueles dias.).

A apostasia (Mt 24.4,5-23-26 E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane, porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo está aqui ou ali, não lhe deis crédito, porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que eu vo-lo tenho predito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto, não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa, não acrediteis.). Falsos messias, falsos profetas, falsos cristãos, falsos ministros, falsos irmãos, pregando e promovendo um falso evangelho. A segunda vinda será precedida por um abandono da fé verdadeira. O engano religioso vai estar em alta.

A depravação moral (Mt 24.12) E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará. A iniquidade se multiplicará e o amor esfriará EX O homossexualismo é aplaudido e incentivado. A pornografia tornou-se uma indústria poderosa. O narcotráfico afunda a juventude no pântano das drogas. A depravação moral pode ser vista?

As guerras (Mt 24.6,7) E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Ao longo da História, houve treze anos de guerra para cada ano de paz. Desde 1945, 50% de todos os cientistas do mundo estão trabalhando em pesquisas de armas de destruição. Quase 40% dos recursos das nações são destinados à pesquisa e fabricação de armas. Falamos de paz, mas procuramos a guerra. Na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), trinta milhões de pessoas foram trucidadas. A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) ceifou sessenta milhões de pessoas. Atualmente falamos em armas atômicas, nucleares, químicas e biológicas.

Os terremotos (Mt 24.7,29). Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas. De 1890 a 1930 — houve apenas oito terremotos medindo 6.0 nos escala Richter. De 1980 a 1996— houve mais de duzentos terremotos dramáticos. Tudo o que é sólido balançará. Não haverá refúgio nem esconderijo seguro para o homem em nenhum lugar do universo.

domingo, 2 de setembro de 2012

1054 O CISMA ENTRE O ORIENTE E OCIDENTE


1054

O cisma entre Oriente e Ocidente

As igrejas do Oriente e do Ocidente separaram-se no transcorrer de vários anos. O que um dia fora uma única igreja, paulatinamente se dividiu em duas identidades distintas.
Diferenças quanto a detalhes insignificantes ampliaram o conflito. O Oriente usava o grego, ao passo que o Ocidente utilizava o latim, graças à Vulgata e aos teólogos ocidentais que escreveram nessa língua. As formas de culto eram diferentes: o pão usado na comunhão, assim como a data para a Quaresma e a maneira pela qual a missa deveria ser celebrada eram também distintas. No Oriente, o clero podia se casar e usava barba. Os sacerdotes ocidentais não podiam se casar e apresentavam o rosto completamente barbeado.
As teologías eram diferentes. O Oriente se sentia desconfortável com a doutrina ocidental do purgatório. O Ocidente usava a palavra latina filíoque "e do Filho" no Credo niceno, depois de que a cláusula sobre o Espírito Santo estabeleceu que o Espírito "procede do Pai". Para o Oriente, essa adição era heresia.
Diferenças que já existiam havia séculos explodiram devido a dois homens de temperamento obstinado. Em 1043, Miguel Cerulário tornou-se patriarca de Constantinopla. Em 1049, Leão IX tornou-se papa. Leão queria que Miguel — e, por meio dele, a igreja oriental — se submetesse a Roma. O papa enviou representantes a Constantinopla, mas Miguel se recusou a encontrar-se com eles. Desse modo, os representantes excomungaram Miguel em nome do papa. O patriarca respondeu fazendo o mesmo com os representantes do papa, excomungando-os.
Por meio de declarações recíprocas de que o outro não era verdadeiro cristão, os dois bispos criaram um cisma. Entretanto, não foram só eles que provocaram essa separação. As partes conflitantes tinham uma história de diferenças, que jazia na base desse desentendimento. O cisma foi o ato final que reconheceu essas distinções.
Como dizia o Credo, os dois lados acreditavam "na igreja una, santa, católica e apostólica". Em 1089, o papa Urbano tentou fechar a ferida revogando a excomunhão do patriarca. Ele também promoveu a primeira Cruzada como meio de reunificar o Oriente e Ocidente, mas isso não deu certo.
Os séculos posteriores assistiram a tentativas de reunir as igrejas, mas nenhuma delas foi bem-sucedida. A curta "reunião" de 1204 aumentou a hostilidade. Em 1453, quando os turcos muçulmanos tomaram Constantinopla, alguns cristãos orientais afirmaram que preferiam os muçulmanos aos católicos. O cristianismo unido parecia impossível.
Embora a diferença entre as duas igrejas possa parecer algo que não se relaciona totalmente com o que é essencial, no coração da disputa estava a questão do poder. Em uma época que via a autoridade dos bispos como chave para a estabilidade da igreja, não poderia haver duas pessoas reivindicando a mesma autoridade. Por não chegarem a um acordo, o Oriente e o Ocidente começaram a trilhar caminhos separados.

988 CONVERSÃO DE VLADIMIR, PRÍNCIPE DA RÚSSIA


988

Conversão de Vladimir, príncipe da Rússia

A conversão de um governante pagão, amante do divertimento, efetivamente levou o cristianismo à Rússia. Embora o cristianismo já tivesse alcançado a Rússia na primeira parte do século X, não foi aceito de maneira geral. Em 957, Olga, a princesa viúva de Kiev, foi batizada. Ela pediu a Oto I o rei germânico, que enviasse missionários a seu país, mas eles provavelmente tiveram pouco sucesso, pois a religião paga prevaleceu.
Vladimir, neto de Olga, estava entre aqueles pagaos. Ele construiu diversos templos, atraindo fama para si mesmo em função de sua crueldade e de sua falta de lealdade. Ele tinha oitocentas concubinas e cinco esposas e, quando não estava lutando em alguma guerra, caçava e festejava. Ninguém o escolheiia como o homem que levaria o cristianismo ao seu povo.
Como a maioria dos governantes, Vladimir queria manter seu povo alegre. Ele percebeu que poderia fazer isso unificando-os pela religião. Desse modo, conta-se que enviou diversos homens para examinar as principais religiões. Com suas regras de alimentação restritivas, nem o islã nem o judaísmo agradaram ao príncipe, de modo que ele teve de escolher entre o cristianismo romano e a igreja do Oriente.
Depois de comparecer a um culto na Igreja da Santa Verdade, em Cons-tantinopla, os homens de Vladimir apresentaram o seguinte relato: "Não sabíamos se estávamos no céu ou na terra, pois certamente não existe tamanho esplendor ou beleza em qualquer lugar aqui na terra. Não somos capazes de descrever o que vimos. Sabemos apenas que Deus habita entre aqueles homens e que seu culto ultrapassa em muito a adoração de todos os outros lugares. É impossível esquecer aquela beleza".
De acordo com a história, devido a essa beleza, Vladimir optou pela ortodoxia. É verdade que essa era a religião da nação vizinha, mais poderosa, rica e civilizada: o Império Bizantino. Quando a irmã do imperador bizantino, Basilio, foi-lhe oferecida em casamento, Vladimir aceitou, o que ajudou ainda mais a consolidar sua posição junto ao vizinho.
Em 988, Vladimir foi batizado e, um ano depois, casou-se com Ana, mas nenhuma das duas atitudes foi uma mostra de que ele estava se submetendo ao Império Bizantino.
A escolha de Vladimir deixa claro que a igreja russa se concentrava no culto de adoração. A ortodoxia oriental sempre teve um apelo estético. O nome da religião escolhida pelo príncipe, pravoslavie, significava "verdadeira adoração" ou "a glória apropriada". Para a mente russa, o cristianismo significa liturgia.
Depois do batismo de Vladimir, sem muitas dificuldades, o povo colocou de lado as velhas religiões. Embora a Rússia não tenha se tornado uma nação cristã da noite para o dia, as coisas começaram a mudar. Em um primeiro momento, as conversões em massa não aconteceram, mas, com a ajuda dos monges — sempre uma força de primeira grandeza na ortodoxia oriental —, a nova religião começou a fazer com que sua influência fosse sentida.
Graças a Metódio e Cirilo, a Rússia tinha uma liturgia cristã em sua própria língua (o idioma eslavônico). As pessoas podiam participar e entender maravilhosa liturgia nas belíssimas igrejas construídas por Vladimir e seus sucessores.
A conversão de Vladimir claramente influenciou seu estilo de vida. Ao se casar com Ana, deixou as outras cinco esposas. Destruiu também os ídolos, protegeu os oprimidos, criou escolas e igrejas e viveu em paz com as nações vizinhas. Em seu leito de morte, doou todas as suas posses aos pobres. A igreja grega terminou por canonizá-lo.

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