quarta-feira, 19 de setembro de 2012

FESTAS JUDAICAS

Rosh Hashaná, o Ano Novo Judaico

Rosh Hashaná, o Toque do Shofar, a Trombeta JudaicaRosh Hashaná, o Muro das Lamentações
Rosh Hashaná, o Talit

Rosh Hashaná, o Ano Novo Judaico

O mês de Tishrei é o sétimo no calendário judaico, isto pode parecer estranho, poisRosh Hashaná(Cabeça do Ano, tradução literal), o Novo Ano, é no primeiro e segundo dia de Tishrei. A razão é que a Torá fez o mês de Nissan o primeiro do ano foi, segundo os rabinos, para enfatizar a importância histórica da libertação do Egito, que aconteceu no décimo quinto dia daquele mês, e que assinalou o nascimento de nossa nação. De acordo com a tradição judaica, Adam (Adão) e Chava (Eva) foram criados no primeiro dia de Tishrei, que foi o sexto dia da Criação, e é a partir deste mês que o ciclo anual se inicia. Por isso, Rosh Hashaná é celebrado nesta época.
Rosh Hashaná (em hebraico ראש השנה , literalmente "cabeça do ano") é o nome dado ao ano-novo no judaísmo. Dentro da tradição rabínica, o Rosh Hashaná ocorre no primeiro dia do mês de Tishrei, primeiro mês do ano no calendário judaico rabínico e sétimo mês no calendário bíblico. A Torá refere-se a este dia como o Dia da Aclamação (Yom Truá Levítico 23:24), pelo que os judeus caraítas seguem esta data mas não o consideram como princípio do ano. Há doze meses no calendário judaico bem como há doze Tribos em Israel.
Cada mês do ano judaico tem sua Tribo representada. O mês de Tishrei é o mês da Tribo de Dan o que é bastante simbólico, pois quando Dan nasceu, sua mãe Lea teria dito: "Deus julgou-me e também atendeu à minha voz." Dan e Din (Yom HaDin ou seja, o Dia do Julgamento) ambas as expressões são oriúndas da mesma raiz, simbolizando que Tishrei é a época do Julgamento Divino e do perdão.
Já a literatura rabínica diz que foi neste dia que Adão e Eva foram criados e neste mesmo dia incorreram em erro ao tomar da árvore da ciência do bem e do mal. Também teria sido neste dia que Caim teria matado seu irmão Abel. Por isto considera-se este dia como Dia de Julgamento (Yom ha-Din) e Dia de Lembrança (Yom ha-Zikkaron), o início de um período de instrospecção e meditação de dez dias ( Yamim Noraim) que culminará no Yom Kipur, um período no qual se crê o Criador julga os homens.
A comemoração é efetuada durante os dois primeiros dias de Tishrei conforme o costume pós-exílico para se garantir a comemoração no dia correto nas comunidades da Diáspora.
A celebração começa ao anoitecer na vespéra com o toque do shofar. É costume se comer certos alimentos representativos durante o Rosh Hashaná como maçãs com mel e açúcar para representar um ano doce.
Durante a tarde do primeiro dia se realiza o tashlikh, um costume de recitar-se certas preces e jogar pedras ou pedaços de pão na água como um símbolo da eliminação dos pecados.

FESTAS JUDAICAS

Matzot - Pães Azimos Pessach ou a Páscoa Judaica

Carneiro Assado no Forno
Figado FritoPrincesa do Nilo
Prato com os Elementos de Pessach
Resumo de Pessarh em Português
Pessach (do hebraico פסח, ou seja, passagem), também conhecida como Páscoa judaica, é o nome do sacríficio executado em 14 de Nissan segundo o calendário judaico e que precede a Festa dos Pães Ázimos (Chag haMatzot). Geralmente o nome Pessach é associado a esta festa também, que celebra e recorda a libertação do povo de Israel do Egito, conforme narrado no livro de Shemot (Êxodo). De acordo com a tradição, a primeira celebração de Pessach ocorreu há 3500 anos, quando de acordo com a Torá, Deus enviou as Dez pragas do Egito sobre o povo do Egito.
Antes da décima praga, o profeta Moisés foi instruído a pedir para que cada família hebréia sacrificasse um cordeiro e molhasse os umbrais (mezuzót) das portas com o sangue do cordeiro, para que não fossem acometidos pela morte de seus primogênitos. Chegada a noite, os hebreus comeram a carne do cordeiro, acompanhada de pão ázimo e ervas amargas (como o rábano, por exemplo). À meia-noite, um anjo enviado por Deus feriu de morte todos os primogênitos egípcios, desde os primogênitos dos animais até mesmo os primogênitos da casa do Faraó. Então o Faraó, temendo ainda mais a Ira Divina, aceitou liberar o povo de Israel para adoração no deserto, o que levou ao Êxodo. Como recordação desta liberação, e do castigo de Deus sobre Faraó foi instituído para todas as gerações o sacríficio de Pessach. É importante notar que Pessach significa a passagem, porém a passagem do anjo da morte, e não a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho ou outra passagem qualquer, apesar do nome evocar vários simbolismos.
Um segundo Pessach era celebrado em 14 de Iyar,para que pessoas que na ocasião do primeiro Pessach estivessem impossibilitadas de ir ao Tabernáculo, fosse por motivos de impureza , ou por viagem . Celebração da Pessach na época do Segundo Templo Pessach caracterizava-se por ser uma das três festas de peregrinação ao Templo de Jerusalém. Um mês antes da festividade, Jerusalém tinha suas estradas reformadas e poços restabelecidos para garantir o conforto dos peregrinos. Geralmente todos aqueles que distanciavam trinta dias de jornada de Jerusalém vinham para as festividades, o que aumentava a população de cerca de 50 mil para cerca de três milhões. Estes peregrinos geralmente hospedavam-se na cidade e cidades vizinhas, acampando ou em casa de conhecidos.
Em 14 de Abib, pela manhã, o chametz (alimento fermentado) era eliminado e os sacerdotes do Templo preparavam-se para Pessach. O trabalho secular encerrava-se ao meio dia e iniciavam-se os sacríficios à quinze horas. A oferenda de Pessach constituia-se de cordeiros ou cabritos, machos, de um ano de idade, e abatidos pela família (era permitido um cordeiro por família) em qualquer lugar no pátio do Templo.
O shochet efetuava o abate, e sangue era recolhido pelos cohanim em recipientes de prata e ouro, que passavam de um para outro até o cohen próximo ao altar, que derramava o sangue na base deste altar. O recipiente vazio depois retornava para novo uso. Estes recipientes não podiam possuir fundo plano par evitar a coagulação do sangue. Em seguida, o animal era pendurado e esfolado, e aberto tinha suas entranhas limpas de todo e qualquer excremento. A gordura das entranhas, o lóbulo do fígado, os dois rins com a gordura sobre estes e a cauda até a costela eram retirados e colocados em um recipiente, salgados e queimados sobre o altar. As oferendas de Pessach eram feitas em três grupos com cada um de no mínimo trinta homens .O primeiro grupo deveria entrar e quando o pátio do Templo estivesse cheio ,os portões eram fechados.

Lag Baômer

Lag Baômer

Lag Baômer - Lag Baômer (do hebraico ל"ג בעומר "trigésimo-terceiro dia do ômer" ) com a duração de 49 dias, conectando Pessach a Shavuot. É o nome dado à data judaica de 18 de Iyar.
De acordo com a tradição judaica, a tristeza e pesar que acompanham a Contagem do Ômer são interrompidos neste dia. Há duas bases para este mandamento: a primeira é que neste dia cessou a peste que surgiu entre os discípulos de Rabi Akiva, e a segunda é que nesta data ocorre o aniversário de falecimento do Rabi Shimon bar Yochai, cujos ensinamentos introduzem uma nova era na revelação e disseminação da dimensão mística da Torá, conhecida como a Cabalá.
Lag Baômer celebra a vida e os ensinamentos de dois dos mais notáveis Sábios na história judaica, Rabi Akiva e Rabi Shimon bar Yochai. É também o dia festivo mais especialmente associado à Cabalá, a "alma" ou dimensão mística do Judaísmo.
As sete semanas entre Pêssach e Shavuot são uma época de antecipação e preparação, durante a qual os judeus refazem os passos da jornada dos israelitas do Êxodo até o Monte Sinai há mais de 33 séculos.
Porém as semanas de Ômer são também um tempo de tristeza. Não se realizam casamentos durante este período; como enlutados, não se corta o cabelo ou se aprecia o som da música. Pois como o Talmud diz, foi neste período que milhares de eruditos de Torá, discípulos do grande Rabi Akiva, morreram numa peste, porque "não se conduziram com respeito um pelo outro."
Em Lag Baômer, o 33º dia da Contagem do Ômer, as leis proibindo o júbilo durante o período são suspensas. As crianças saem em desfiles e passeios, brincam com arcos e flechas, e o dia é assinalado como uma ocasião festiva e cheia de alegria.

FESTAS JUDAICAS


Hanukka, a Festa das Luzes e da re-inalguração do Templo de Jerusalém

Candelabro de Hanukkah com 9 braços
Candelabro de Hanukkah com 9 braços
Candelabro de Hanukkah com 9 braços
Candelabro de Hanukkah com 9 braços
Escadaria do Periodo dos Hashmonitas
Está na hora de acender as velinhas....
Por volta de 200 antes de Cristo o governo Grego-Assírio inicia a tentativa de apagar a memória judaica do povo judeu desejando misturá-los e torná-los parte da cultura do helenismo grego.
Para isso, Antioco declarou o cumprimento de leis judaicas e culto proibidos, incluindo nisso o próprio ensino da Torah, o que obteve um sucesso muito grande, pois um grande número de judeus, homens e mulheres se casaram com gregos e gregas, adotaram nomes gregos deixando a cultura judaica de lado.Em resposta a isso, Deus levantou um pequeno grupo de judeus das montanhas da Judah, da região de Modiin, que declararam publicamente uma revolução contra Antioco e seu madato, os quais eram fiéis a sua fé judaica.Seus líderes eram Mattitiahu, e seu filho Judah(Judas Macabeus). 
Que faziam pequenos incursões contra no exército Grego-Sírio. Mais tarde, Antioco enviou uma legião inteira de seu exército para sufocar a rebelião, mas um pequeno comando dos Maccabeus consegiu milagrosamente vencer a luta contra milhares de soldados até expulsá-los completamente das terras de Israel.O soldados de Israel conseguiram vencer a batalha e entrar em Jerusalem no mês de Kislev no ano 164 antes de Cristo, que neste tempo havia sido profanado pelos estrangeiros. Purificando-o e reenaugurando no Dia 25 do mês de Kislev(Entre Novembro e Dezembro). Na hora em que deveriam acender o candelabro do Templo(menorah), procuraram por óleo de oliva puro por todo o templo, mas somente conseguiram achar uma medida suficiente para um dia com o sêlo do Sumo Sacerdote, o que indicava a pureza e a validade do óleo.
De forma sobrenatural, o óleo que era suficiente para um dia durou por mais de uma semana, tempo o suficiente para se preparar e trazer o novo e consagrado óleo para o grande candelabro do templo(Menorah). Desde então, até os dias de hoje, comemora-se a multiplicação do azeite por oito dias.Em lembrança do milagre da vitória dos Maccabeus e do óleo que se multiplicou, Hanukka é comemorada por 8 dias. Desta forma comemoramos a festa, inicia-se acendendo o Shamash(Uma especie de "escravo", a vela que acende as outras), e com esta se acende uma vela a mais a cada dia, iniciando no primeiro dia da festa. Em Hanukka também tem se o ábito de comer alimentos fritos em muito óleo, como sonhos(sufiganiot) e "corações de batata". Costuma-se também jogar pião e dar mesadas de hanukka as crianças(dmei Hanukkah).Jerusalem nesta época se torna uma cidade muito especial para ser visitada, pois as três grandes religiões comemoram suas principais festas nestes dias, os Judeus comemoram Hanukkah, os Cristãos comemoram o Natal e os Muçulmanos comemoram Idel Fiter, muitas luzes, velas e um ambiente de festa durante todo o mês de Dezembro.Kidush É recitado no Sábado de Hanukah. Tefilin Usa-se o tefilin normalmente, menos no Sábado.TradiçõesAcender as velas da Hanukiah(Candelabro de 8 braços)Distribuir Hhanucá Guelt (dinheiro)Jogar Sevivon (pião)Comer Sugvaniot(sonhos).
Receita de Sufganiot(Sonhos) Por: Cristina NicolaevskyIngredientes (para 15 sufganiot)300 gr. farinha de trigo2 gemas1 1/2 colheres de açucar30 gr. de margarina1 colher de essência de baunilha3/4 copo leite morno15 gr. fermento de pao dissolvido no leite mornoGeleia para recheiar Óleo para fritar (bastante, cerca de 1 litro ou mais)
Modo de Preparo:1. misture numa vasilha a farinha com as gemas, o açucar, a margarina, a essência de baunilha e o fermento dissolvido no leite. Até que fique uma massa fina. Deixe descancar por 1 hora e meia.2. Estique a massa (1 cm e meio). Depois corte a massa com a ajuda de um copo e de pois deixe descansar denovo.3. Frite em uma panela(com tampa), com bastante óleo, cerca de 1 litro. Deixe aquecer bem. (nao deixe o óleo super aquecer).4. Na panela com óleo, coloque a massa e vire o sufganiot. Retire-os e coloque sobre um papel absovente, (para retirar o excesso de óleo).5. Insira a geleia em cada sufgania, com a ajuda de um saco de confeitar bolo, depois pulverize açucar fino sobre os sufganiot.Bom apetite.
Artigo Especial, Milagre de Hanukkah
Nos dias de Hanukkah, a autoridade arqueológica de Israel declarou no Canal 2 da TV Israelense a descoberta da Cidade dos Hashmonaim, ou seja a antiga cidade de Modiin, não muito distante da moderna Moddin.A descoberta foi feita após os inícios de trabalhos da construção da nova linha de trem que ligará o Aeroporto Ben Gurion a Cidade de Modiin, próximo a futura região industrial de Modiin.
Novas interpretações do Chanucá
Antes do século XX, o Chanucá era um feriado relativamente menor. Contudo, com o crescimento do Natal como o maior feriado no Ocidente e o estabelecimento do estado moderno de Israel, o Chanucá começou a servir crescentemente tanto como celebração da restauração da soberania judaica em Israel e, mais importante, como um feriado para se dar presentes voltado para a família em Dezembro que poderia ser um substituo judaico para o feriado cristão. É importante notar que a substituição pelo Natal não é universalmente aceito, e muitos judeus não tomam parte nesta significação extra naquilo que eles consideram um feriado menor. Crianças judias, primariamente entre os Ashkenazim, também jogam um jogo onde eles giram um pião de quadro faces com letras hebraicas chamado de dreidel (סביבון sevivon em hebraico) .
Natal
O Natal é uma das festas mais importantes do cristianismo, junto com a Páscoa e o Pentecostes. Ele celebra o nascimento de Jesus Cristo. A festa é celebrada no dia 25 de Dezembro pela Igreja Católica Romana, pela Igreja Anglicana e por alguns grupos protestantes e no dia 7 de Janeiro pela Igreja Ortodoxa.
Origem do termo
Do latim 'natális', derivada do verbo 'nascor, nascéris, natus sum, nasci', significando nascer, ser posto no mundo. Como adjetivo, significa também o local onde ocorreu o nascimento de alguém ou de alguma coisa. Como festa religiosa, o Natal, comemorado no dia 25 de dezembro desde o Século IV pela Igreja ocidental e desde o século V pela Igreja oriental, celebra o nascimento de Jesus e assim é o seu significado nas línguas românicas - italiano 'natale', francês 'noël', catalão 'nadal', espanhol 'natal'( navidad de J.C), português 'natal'. Em inglês, a palavra que designa o Natal - 'Christmas' - provém das palavras latinas 'Cristes maesse', significando em inglês 'Christ's Mass", missa de Cristo. Muitos historiadores localizam a primeira celebração em Roma, no ano 336 D.C.
Aspectos históricos

FESTAS JUDAICAS


Festa de Purim

O Túmulo de Ester e MardoqueuPasseata de Purim
Fantasiadas para Purim
"Orelhas de Haman", parte do Cardápio
A Festa de Purim é sem dúvida alguma uma das mais contraditórias das festas mencionadas na Bíblia. Por um lado, no Livro de Ester não se faz menção se que uma vez ao nome ou títulos de Deus, por outro lado, o Livro de Ester dá a entender o que seria a ação divina afim de livrar o Povo de Israel, que então estava no cativeiro, daquilo que poderia se tornar o fim da fé judaica e do povo escolhido.
Além destas contradições acima citadas, acadêmicos também alegam que foi durante este perído que o poder dos "Ançiãos de Israel" ou dos Sofrim, ou seja, Escribas, começou a crescer de tal forma que passou a "substituir" a ação do Espírito de Deus sobre os profetas e a unção natural dada por Deus as famílias sacerdotais(Cohanim). Em uma decisão um tanto contraditória, Mardoqueu junto com os anciãos da Pérsia teriam determinado que a linhagem patriarcal(regente até então) dividiria agora lado sua legitimidade com a linhagem matriarcal, o que posteriormente ao cancelamento da linhagem Patriacal e absorção somente da linhagem Matriarcal como é aceito hoje pelo Judaísmo Rabínico Ortodoxo. A razão pela qual a linhagem matriacal teria sido aceita, seria o fato de que caso Ester, uma judia, casa-se com o Rei Assuero, seu filhos seriam considerados bastardos, pois até então, ser judeu era determinado pelo pai e não pela mãe. Em algum momento, antes das núpcias, o conselho de "Anciãos" teria tomado a decisão que permitiu o casamento ocorrer.
Purim (פּוּרִים, em hebraico Purim: plural de פּוּר pûr, do acadiano pūru) é um feriado judaico que comemora a salvação dos judeus persas do plano de Hamã, de exterminá-los durante o exílio do povo no antigo Império Persa tal como está escrito no Livro de Ester no Velho Testamento. 
Os judeus eram exilados na Babilônia desde a destruição do Templo de Salomão pelos babilônios e da dispersão do Reino de Judá. A Babilônia, por sua vez, foi conquistada pela Pérsia e os judeus foram espalhados por todo o império.
A festa de Purim é caracterizada pela proclamação pública do Livro de Ester por duas vezes, além da distribuição de alimentos e dinheiro aos necessitados, presentes principalmente para crianças, consumo de vinho durante a ceia (Ester 9:22) e outros costumes que inclui o uso de máscaras e fantasias e comemoração pública, associando-a ao carnaval, pois é sempre comemorada não muito longe da data desta festa pagã.
Purim é celebrado anualmente no 14º dia do mês hebraico de Adar, o dia seguinte à vitória dos judeus sobre seus inimigos (13 de Adar). Em cidades que eram muradas desde o tempo de Josué, incluindo Shushan (Susa) e Jerusalém, Purim é celebrado no 15º dia do mês, mais conhecido como Purim Shusha, assim como todas as outras festas judaicas, Purim tem início ao pôr-do-sol da véspera no calendário secular, início de um novo dia judaico.
O nome da festa "Purim" vem da palavra hebraica "pur", que significa "sorteio". Pois este era o método usado por Haman, que era o primeiro-ministro do Rei Artaxexes da Pérsia, para escolher a data na qual ele pretendia massacrar os judeus do país.
Os eventos que levaram ao Purim foram registrados na Livro de Ester (Megilat Ester), que se tornou um dos 24 livros do Tanach para ser canonizado pelos sábios da Grande Assembléia, mesmo sem ter a palavra Deus mencionada se quer uma vez. O Livro de Ester registra uma série de eventos aparentemente não relacionados que aconteceram em um período de cerca de nove anos durante o reinado do Rei Assuero. Estes eventos coincidentes, quando vistos juntos, devem ser vistos como evidência de intervenção divina, de acordo com interpretações dos comentários Talmúdicos e outros comentários sobre o livro.

Aumentam os rumores de guerra Israel X Iran


Aumentam os rumores de guerra Israel X Iran

Ayatollah Ali Khamenei
Nas últimas semanas os meios de telecominicações de Israel têm cada vez mais debatido sobre os prós e contras de um possível ataque de Israel contra as instalações nucleares em solo persa.
A maioria dos jornalistas têm uma opinião tenebrosa sobre o dia seguinte de um ataque como este, segundo os "especialistas" e comentaristas, o que seguirá um ataque israelense contra o Irã, será uma chuva de mísseis vinda de todos os lados, o Hezbollah abriria fogo no norte de Israel, seus mísseis chegariam até o centro do país, e o Hamas, no sul de Israel, abriria fogo contra as cidades do sul e até o centro do país. Além deste quadro aterrorizador, o próprio Irã e a Síria de Assad abririam fogo contra as cidades centrais de Israel, Tel Aviv e as cidades circunvizinhas e até mesmo a Cidade Santa, Jerusalém, estaria em risco.
O que leva aos "especialistas" e comentaristas sobre Oriente Médio e Terrorismo a chegar a esta conclusão é o pacto obscuro existente entre estas forças, o que poderia levar ao jovem Estado de Israel a um colapso total, resultando naquilo que na Bíblia é conhecido como a Batalha do Armagedom, pois o Estado de Israel não ficaria sem responder ainda mais severamente contra o risco de sua inexistência.
Os "especialistas" e comentaristas creem que o ataque do Estado de Israel e das Forças de Defesa deverão ocorrer no máximo dentro de dois meses, ou seja, as semanas a seguir são as mais decisivas na história do país, ou talvez, na história contemporânea da humanidade, tudo vai depender de como agirão realmente os envolvidos e não de como este grupo de soberbos sentados em suas confortáveis poltronas nos estúdios de TVs israelenses, afinal eles estão longe de serem profetas.
O ataque israelense deverá ocorrer talvez no final do outono ou começo do inverno e não nos próximos dois meses
Em minha opinião, o ataque israelense deverá ocorrer talvez no final do outono ou começo do inverno e não nos próximos dois meses, isto por alguns motivos aparentemente inocentes, mas que se refletirmos, fazem sentido.
1 - Nos outros casos de ataques israelenses contra instalações nucleares, Israel nunca avisou o inimigo que estava pronto a fazê-lo, ao contrário, isto ocorreu após alguns meios de silêncio, no momento, há muito blefe no ar para que uma autoridade séria de Israel concorda-se em fazê-lo agora, afinal, o inimigo está mais preparado do que nunca. No Irã, estão certos de que o ataque israelense deverá ocorrer nas próximas semanas.
2 - A população de Israel ainda não está suficientemente preparada. Ainda esta semana se iniciarão os primeiros exercícios militares utilizando alertas gerais para a população através de telefones celulares. O sistema de forma automática enviará mensagens de alertas e de preparo para cada cidadão em Israel.
3 - Ainda não há aparentemente um apoio estratégico americano, a Arábia Saudita disse que se qualquer aeronave Israelense sobrevoar seu espaço aéreo, ela será abatida imediatamente(até parece rsrsrs).
4 - Israel está esperando um sinal de sua frente de informação secreta no Irã que confirme que o país iniciou a preparação para montagem de armamento nuclear em seu território.
Mediante esta situação, nossa esperança é que as sansões venham a dar o resultado esperado, porém, se nos basearmos na experiência americana com a Coréia do Norte, isto não levará a lugar algum.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Somente Jesus dá a Vida Eterna


Somente Jesus dá a Vida Eterna

Foto/Imagem Somente Jesus dá Vida Eterna Estudo Biblico
Todo homem tem em si um profundo anseio por vida eterna. Em todos os lugares vemos essa busca. A Ciência e a Medicina procuram por caminhos que permitam estender a vida. Muitas pessoas cercam-se de idéias utópicas ou vivem em um mundo imaginário de filmes, livros e sonhos. Todos têm medo da morte. Quando se pensa nela, surge a temerosa pergunta: "O que virá depois?" O homem quer viver, viver eternamente, ele tem medo de morrer. Constantemente ele também se vê diante da importante pergunta: "Afinal, para que eu vivo?"
Deus criou o homem para a vida eterna. Mas ele a desprezou e jogou fora. O homem preferiu o pecado que lhe trouxe a morte. Isso fez vir a morte sobre toda criatura e a miséria humana começou. Desde então o homem está procurando reencontrar a vida eterna. Ele procurou muito e criou inúmeras coisas para obter vida para si; é o que mostram as muitas religiões. Mas, ele não tem vida, ele nunca tem segurança.
Certa vez, um artista construiu uma máquina gigantesca. Ao funcionar, ela fazia muito barulho e movimentava muitas engrenagens. Mas ela tinha uma desvantagem: não produzia nada. O artista pretendia dizer algo com isso. Ele tinha feito uma representação da nossa época e da humanidade. Há muita movimentação, até demais! Em todos os cantos há barulho, atividade e burburinho – mas, sem objetivo, sem sentido, sem razão e sem frutos permanentes.
Deus, porém, fez tudo para dar-nos novamente a vida, a vida verdadeira e eterna. A este mundo dominado pela morte Ele enviou Seu único Filho, que é a própria Vida e de quem está escrito: "Também sabemos que o Filho de Deus é vindo, e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna" (1 João 5.20). Somente nEle nossa vida passa a ter sentido. Somente nEle temos o que é verdadeiro, aquilo que nossa alma anseia. E somente através dEle recebemos a vida que vai além dos poucos anos aqui na terra: a vida eterna!
Jesus diz: "Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, eternamente, e ninguém as arrebatará da minha mão" (João 10.28). Ou em João 11.25-26: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim, não morrerá, eternamente. Crês isto?"
Portanto, o que interessa é que creiamos. Não importa, em primeiro lugar, entender, compreender logicamente, conseguir definir ou explicar o propósito de Deus. Não, Jesus simplesmente faz a pergunta: "Crês isto?" Todo o resto vem depois.
Uma pessoa contou certa vez: "Ao passar por um cemitério quando jovem, meu olhar pousou sobre uma das lápides. O nome estava quase apagado. Mas a inscrição dos anos ainda era bem legível: 1889-1931. E então percebi repentinamente: o tracinho entre os números significava toda uma vida humana. Somente um traço! Nossa vida não é mais do que isso! Um traço entre dois números – tão pouco! Então entendi a responsabilidade que temos – a enorme responsabilidade de fazer algo significativo desse simples traço... Aí entreguei minha vida a Jesus, o Salvador, e decidi colocar essa pobre e pequena vida a Seu serviço..."
O que você fará do "traço" da sua vida? Jesus pergunta também a você: "Crês isto?"

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